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A Labuta

Bem, o termo "labuta" já denota o que estamos falando no momento, estou de volta ao trampo. Como é bom voltar a fazer o que gosto. Voltei da praia após uma semana de descanso, longe da rotina extrema de petições, leitura e mais leitura, discussão de teses jurídicas, reuniões, impressões, protocolos com emoção como já citei anteriormente, enfim, embora seja realmente puxado o trabalho, advogar me faz bem, e como.

O simples fato de reencontrar os colegas e amigos no escritório ou entre os caminhos forenses na Capital Mineira já acende a vontade de trabalhar. O trabalho dignifica o homem, ainda mais quando é levado a sério e o prazer antecede a todo e quaisquer louros que no futuro frutificar-se.

O ócio demais não faz bem, pois a mente precisa diariamente ser exercitada, do contrário, tenderá a atrofiar-se, e cada vez mais retroceder. Não faz bem. Noutro canto, o trabalho em excesso, na mesma moeda, denigre, enfeia e pode até mesmo ser fatal, quantos os casos já ouvimos. É preciso que se tenha um equilíbrio em tudo o que se faz na vida, esse o verdadeiro e a forma mais inteligível de se pensar e agir.

Para alguns, a rotina diária do "trabalho" começa bem cedo, lá pelas tantas da madrugada, digo, 05:00 horas da matina ou até mesmo antes. Outros às 7:30, 8:00 ou 09:00 horas e por aí vai. Acordar cedo faz bem, do mesmo modo o dormir cedo, nada mais do que normal na vida de qualquer ser humano.

Enfim, volto ao escritório com a bateria digamos 80% recarregada, dando início aos 5 (cinco) meses mais importantes do ano de 2.009, que levados em meio a uma crise financeira e de saúde mundial, nos enchem de expectativas e de aprimoramento e sucesso na verdadeira labuta diária.

É isso aí.

Bom trabalho a todos.

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