Passados quase 11 anos da formatura colegial, percebo uma grande e significante mudança no meu modo de escrever. Vejo também, que aquelas aulas de redação e português na véspera do vestibular despontaram ainda mais minha vontade de ler e escrever, o que se distingue atualmente e referencia o profissional que tem a escrita uma das maiores virtudes, e como tal, não poderia deixar de citar o advogado.
Bem.
Embora seja determinante na vida de um advogado, a recíproca não é verdadeira, pois nem todo excelente advogado tem a seu favor a escrita similar a de um escritor renomado. O advogado precisa sim, apurar a técnica ao redigir uma petição, mas não se limita a tão só, pois advogar é também saber comunicar, ter uma boa oratória e, sobretudo, ter habilidade de negociar. Existem sociedades de advogados, composta por 4 (quatro) profissionais, que a cada qual se extrai uma técnica apurada, seja na oratória, escrita, negociação ou persuasão.
De todo modo, quanto mais aperfeiçoar essa técnica, a escrita, certamente com maior desenvoltura será aquilatada sua tese pelo Magistrado num processo. O dom de escrever bem, isto é, colocar no papel de forma concisa e inteligível aquilo que se extrai na mente, é para poucos. De fato, como se tem dito em telejornais e pesquisas científicas, atualmente não se vê como outrora, jovens com maior apetite em livros e o estímulo para a leitura destes propriamente dito. Sem sombra de dúvida, tal questão tem sua parcela o computador e a internet, esta cada vez mais indispensável na vida de um homem em sociedade.
Noutro giro, a pessoa que tem a escrita e a leitura seu negócio, como um advogado, procura sempre se nortear, mesmo com a internet, através do livro. Este um instrumento inseparável, um manual e que sempre estará lado a lado com a atividade profissional, aprimorando e agregando maior conhecimento no seu mister.
Concluindo, é preciso lembrar ainda, pois a escrita apurada não se limita a textos extensos e desenvoltos, é preciso que se tenha maior objetividade na narrativa processual, principalmente.
Bem.
Embora seja determinante na vida de um advogado, a recíproca não é verdadeira, pois nem todo excelente advogado tem a seu favor a escrita similar a de um escritor renomado. O advogado precisa sim, apurar a técnica ao redigir uma petição, mas não se limita a tão só, pois advogar é também saber comunicar, ter uma boa oratória e, sobretudo, ter habilidade de negociar. Existem sociedades de advogados, composta por 4 (quatro) profissionais, que a cada qual se extrai uma técnica apurada, seja na oratória, escrita, negociação ou persuasão.
De todo modo, quanto mais aperfeiçoar essa técnica, a escrita, certamente com maior desenvoltura será aquilatada sua tese pelo Magistrado num processo. O dom de escrever bem, isto é, colocar no papel de forma concisa e inteligível aquilo que se extrai na mente, é para poucos. De fato, como se tem dito em telejornais e pesquisas científicas, atualmente não se vê como outrora, jovens com maior apetite em livros e o estímulo para a leitura destes propriamente dito. Sem sombra de dúvida, tal questão tem sua parcela o computador e a internet, esta cada vez mais indispensável na vida de um homem em sociedade.
Noutro giro, a pessoa que tem a escrita e a leitura seu negócio, como um advogado, procura sempre se nortear, mesmo com a internet, através do livro. Este um instrumento inseparável, um manual e que sempre estará lado a lado com a atividade profissional, aprimorando e agregando maior conhecimento no seu mister.
Concluindo, é preciso lembrar ainda, pois a escrita apurada não se limita a textos extensos e desenvoltos, é preciso que se tenha maior objetividade na narrativa processual, principalmente.
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